Rafinha comenta sobre a renovação de Calleri e esclarece a saída de Alan Franco do São Paulo

Rafinha abre o jogo sobre as saídas e negociações do São Paulo

Em meio a tantas mudanças no São Paulo, o ex-jogador Rafinha se destaca como um dos principais responsáveis por se adaptar à nova realidade do clube. Atualmente atuando como dirigente, ele tem se dedicado a conduzir as novas negociações do Tricolor e a montar o elenco em parceria com o técnico Dorival Júnior. Em uma entrevista concedida ao site “ge”, Rafinha abordou pontos importantes que têm gerado discussões em torno do clube nos últimos dias.

Situação de Calleri

Um dos temas que mais tem gerado entusiasmo entre os torcedores é a situação do atacante Calleri. Apesar de as conversas para a renovação de contrato ainda estarem em andamento, Rafinha expressou confiança em um desfecho positivo. Ele ressaltou que o jogador argentino tem demonstrado compreensão em relação ao cenário financeiro do clube e tem colaborado nas negociações.

“O Calleri é um cara especial. Todos queremos muito que ele fique aqui. O Calleri tem se mostrado muito do lado do clube agora. Estou bem otimista. Nessas últimas reuniões, tudo que o Calleri está fazendo… Ele entende o momento do clube”, afirmou Rafinha.

O dirigente enfatizou que o desejo de permanência do jogador é mútuo, mas fez questão de lembrar que o São Paulo não tem a intenção de comprometer seu planejamento financeiro. “O Calleri gosta de estar no São Paulo, ama esse clube. Nós também. O Calleri entendeu o momento e a necessidade do clube. (…) Queremos muito que ele fique, mas, claro, entendendo o momento atual do clube. Não podemos fazer loucura. É um jogador que temos o objetivo de renovar e tenho certeza que vamos ter um final feliz nessa história da renovação.”

Saída de Alan Franco do São Paulo

Outro assunto abordado na entrevista foi a saída de Alan Franco, que foi emprestado ao Tigres, do México. Rafinha revelou que tentou convencer o defensor a permanecer no Morumbi durante cerca de dois meses, mas afirmou que a decisão de deixar o clube foi tomada exclusivamente pelo jogador.

“Faz dois meses que estou tentando convencer o Alan a ficar no São Paulo. (…) Em nenhum momento ele foi comunicado que não iria jogar. Vinha jogando todos os jogos, inclusive com Dorival. Foi uma decisão do atleta”, explicou Rafinha.

O executivo destacou que o clube não poderia manter um atleta que já não desejava defender as cores do Tricolor. Além disso, ele esclareceu que a liberação do jogador só ocorreu após a contratação de um substituto para o setor defensivo.

“Como vamos segurar no São Paulo um jogador que não quer ficar? (…) Conseguimos contratar o Domingos, conversamos com ele, mesmo assim não quis ficar. Então, optamos por ceder o empréstimo ao Tigres”, disse.

Rafinha também mencionou que existiam questões pessoais envolvendo Alan Franco, mas preferiu não entrar em detalhes sobre o assunto. “Acontecem outras situações do lado pessoal que não podemos sair falando, roupa suja a gente lava em casa.”

Considerações Finais

As declarações de Rafinha refletem o momento de transição e adaptação que o São Paulo enfrenta. Enquanto a diretoria busca reforçar o elenco e garantir a permanência de jogadores fundamentais, a saída de atletas que não desejam continuar no clube é uma realidade que precisa ser administrada com cautela. A expectativa em relação a Calleri e a situação de Alan Franco são exemplos claros dos desafios enfrentados pela equipe em sua nova fase.

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