Dirigente da FIFA comenta sobre a ausência da Itália na Copa do Mundo
Abertura da Copa do Mundo de 2026
Gianni Infantino, presidente da FIFA, abordou a possibilidade de ampliar a Copa do Mundo nos próximos anos, antes da abertura oficial da edição de 2026. Durante uma entrevista, o dirigente suíço-italiano utilizou a oportunidade para fazer uma ironia sobre a ausência da seleção italiana, que ficou fora do Mundial pela terceira vez consecutiva. A conversa ocorreu na entrada do Estádio Azteca, em um bate-papo com a CazéTV, onde o presidente respondeu a uma pergunta sobre a proposta de aumentar o torneio para 64 seleções. A edição de 2026 já representa uma mudança histórica ao reunir 48 equipes, número que supera as 32 participantes das últimas Copas do Mundo.
Proposta de expansão do torneio
Infantino afirmou: "Primeiro temos que ver como vai funcionar essa primeira Copa do Mundo com 48 seleções. Está claro que todos que se classificaram é um acontecimento muito grande. A gente até discutiu 64 seleções e, assim, você não tem mais partidas, acaba sendo o mesmo do que com 48, mas mais seleções participam e tem mais envolvimento do mundo inteiro". O presidente da FIFA explicou que essa proposta foi levada ao Conselho da entidade e continuará sendo discutida nos próximos anos. No entanto, ele destacou que o foco imediato está na disputa do Mundial de 2026, que servirá como referência para avaliar o novo formato antes de qualquer decisão sobre uma futura expansão da competição.
A ausência da Itália
A seleção italiana, tetracampeã mundial, perdeu a vaga na Copa do Mundo de 2026 para a Bósnia. Um novo aumento no número de seleções classificadas poderia, por exemplo, ajudar a Itália a retornar a uma Copa do Mundo. Infantino fez uma brincadeira sobre a situação da Azzurra, afirmando: "Vamos ver se a Itália se classifica com 64 seleções, ou talvez eu tenha que colocar 208 para ver se ela se classifica (risos)".