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Copa do Mundo: Dia 2 – “Quem está aqui? É o Trump?”

por futebolpress
Copa do Mundo: Dia 2 - "Quem está aqui? É o Trump?"

Policiais fecham acesso ao CT do New York Red Bulls

No segundo dia de cobertura da Copa do Mundo, a equipe de reportagem do Jogada10 teve a oportunidade de vivenciar a experiência do esquema de segurança nos Estados Unidos. Dois policiais fortemente armados abordaram a equipe nas imediações do hotel onde está hospedada a Seleção Brasileira, em Basking Ridge, Nova Jersey. Durante a abordagem, os policiais advertiram o jornalista de que ele não deveria estar naquele local, uma vez que se tratava de uma propriedade privada, um conceito de grande importância nas diretrizes políticas do país. No entanto, o repórter buscou alternativas, contornou os riscos da situação e conseguiu registrar, ainda que brevemente, 30 segundos do ônibus da equipe brasileira. Essa realização foi considerada uma verdadeira conquista a ser celebrada com entusiasmo, caracterizando um momento de verdadeiro "jornalismo de guerra".

Espera no CT do New York Red Bulls

Horas mais tarde, no Centro de Treinamento (CT) do New York Red Bulls, a equipe se deparou com um longo período de espera pela nova passagem da Seleção Brasileira. A situação poderia ser descrita como um manual sobre como passar o tempo, mas para aqueles que aceitaram o desafio de cobrir uma Copa do Mundo, não há espaço para monotonia. Em pouco tempo, o número de policiais presentes no local superou o de jornalistas, uma situação que se tornou evidente com a quantidade de viaturas que chegavam. Uma transeunte, ao observar a cena, fez um comentário que gerou risos entre os presentes: “A propósito. É o Trump que está por aqui?”, questionou a mulher, ao se referir ao grande número de veículos policiais na área.



A presença de Trump e a agitação em Morristown

Embora o ex-presidente Donald Trump seja um grande entusiasta da Copa do Mundo e já tenha sido homenageado pela FIFA, ele estava ocupado com assuntos relacionados à Casa Branca. A agitação que se observou em Morristown, na verdade, foi causada pela presença de Neymar e seus companheiros de equipe. A polícia, em resposta à situação, limitou a possibilidade de que os cidadãos se aglomerassem para acenar ao ônibus da Seleção.

Comentários de um funcionário da CBF

Antes de retornar ao hotel, já próximo do encerramento do expediente, um funcionário da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) conversou com a imprensa e tentou minimizar a desconfiança exacerbada demonstrada pela polícia norte-americana. O funcionário fez questão de tranquilizar os jornalistas presentes: “Calma, gente. É só o primeiro dia de treinos. No fim da Copa, vocês vão estar tomando uma cerveja com aquele guardinha ali”, afirmou de maneira bem-humorada.

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