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Ex-jogador do Arsenal revela que preferia se juntar ao Newcastle em vez dos Gunners

por futebolpress
Ex-jogador do Arsenal revela que preferia se juntar ao Newcastle em vez dos Gunners

Transferências entre Arsenal e Newcastle

Um ex-jogador do Arsenal revelou o quanto desejava se juntar ao Newcastle em vez de se transferir para os Gunners, em uma entrevista intrigante.

Conexão entre Arsenal e Newcastle

A relação entre Arsenal e Newcastle nesta janela de transferências de verão é uma ironia que os dois clubes conhecem bem. Mikel Arteta, treinador do Arsenal, teria identificado o St James’ Park como um local de interesse para encontrar exatamente o perfil de jogador que deseja. Anthony Gordon é um dos principais alvos, conforme reportado pelo Football Transfers nesta semana, com uma proposta formal sendo preparada, pois o Arsenal busca um ponta esquerda para substituir o potencialmente saindo Gabriel Martinelli. Tino Livramento, lateral-direito, é um interesse separado, mas relacionado, com o jogador de 23 anos sendo admirado há muito tempo no Emirates Stadium. Ambos os jogadores poderiam, de fato, estar seguindo na mesma direção — rumo ao sul e vestindo vermelho e branco — enquanto outras fontes da mídia afirmam que Sandro Tonali é outro jogador do Newcastle que o Arsenal admira.



Prioridade do Newcastle na contratação de atacantes

O técnico do Newcastle, Eddie Howe, deixou suas intenções claras em relação às contratações para o verão. O clube está focado em fazer do atacante uma prioridade "top" após uma demanda firme do treinador, especialmente com Callum Wilson já no elenco.

Reflexões de Luís Boa Morte sobre sua carreira

É um tráfego de talentos que um ex-jogador compreende a partir de uma perspectiva totalmente oposta. Para Luís Boa Morte, foi o Arsenal que conseguiu o jogador, enquanto o Newcastle ficou sem. Quase três décadas depois, o ponta português refletiu sobre essa reviravolta do destino com uma sinceridade que torna a leitura fascinante.

Desejos de Boa Morte

Em entrevista ao jornal português A BOLA esta semana, o agora com 48 anos de idade Boa Morte comentou sobre as circunstâncias que o levaram ao Arsenal no verão de 1997, quando deixou a academia do Sporting CP para se juntar ao clube em Highbury aos 19 anos.

Ele deixou claro que a transferência nunca foi o que realmente desejava. "Eu não queria ir para o Arsenal," declarou. "O que eu mais gostaria era de ter permanecido no Sporting, mas com um contrato melhor."

Contudo, quando questionado se tinha ambições de jogar por um dos três grandes clubes de Portugal mais tarde em sua carreira, sua resposta tomou uma direção inesperada. "Sim, claro," disse ele, antes de oferecer a frase que ressoará em Tyneside. "Mas o que eu realmente gostaria era de ter ido para o Newcastle United, mas isso também não aconteceu."

Atração pelo futebol inglês

Seu raciocínio esclarece exatamente por que os Magpies exerciam tal atração sobre um jovem ponta que foi criado com a ideia de que o futebol deve ser jogado em alta velocidade, com ambição e sem desculpas. "O futebol inglês naquela época era um espetáculo puro," recordou. "Foram os treinadores estrangeiros que, de certa forma, estragaram o futebol inglês com coisas como a defesa sólida. Os torcedores ingleses gostam de ver seu time jogando um futebol ofensivo. O empate 4 a 4 entre Liverpool e Newcastle ainda está na televisão hoje."

O jogo ao qual ele se refere — aquela extraordinária colisão de abril de 1996 em Anfield, quando o gol de Stan Collymore no tempo extra condenou a equipe de Kevin Keegan a uma das derrotas mais devastadoras da história da corrida pelo título — permanece como talvez a imagem definidora de uma era da Premier League construída sobre caos, gols e a pura vontade de atacar. Para um ponta como Boa Morte, assistindo do Portugal como um adolescente, isso era o sonho.

A trajetória de Boa Morte no Arsenal e além

Como se revelou, o Arsenal o adquiriu em vez do Newcastle. Ele passou dois anos em Highbury, onde teve um impacto limitado — ele chegou, como admitiu mais tarde, vindo da terceira divisão em Portugal, e a diferença de nível era significativa. Eventualmente, ele encontrou seu lar no Fulham, onde fez mais de 200 aparições na Premier League e se tornou um capitão querido pelos torcedores no Craven Cottage. Ele construiu uma carreira respeitável, mas nunca teve a oportunidade de começar a construí-la no clube que realmente desejava.

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