Críticas à Arbitragem
O presidente do Internacional, Alessandro Barcellos, manifestou sua insatisfação em relação à arbitragem durante as finais do Campeonato Gaúcho. No primeiro jogo, realizado na Arena do Grêmio, o time Colorado foi derrotado pelo Tricolor por um expressivo 3 a 0. Já no segundo confronto, ocorrido neste domingo, 8 de março de 2026, no Beira-Rio, o Internacional apenas conseguiu empatar com seu arquirrival em 1 a 1. Barcellos não hesitou em criticar a atuação dos árbitros, afirmando que a situação reforçou sua opinião de que este é o "Gauchão mais manchado da história do Rio Grande do Sul". Ele destacou que os eventos ocorridos nos dois jogos "jamais serão esquecidos".
Lances Contestados
O presidente do Internacional detalhou alguns lances que, segundo sua análise, prejudicaram a equipe durante a série contra o Grêmio. Ele mencionou um episódio específico que se tornou um ponto de discórdia, afirmando que "a cereja do bolo" foi a divulgação do áudio do VAR da primeira partida. Barcellos explicou que, neste áudio, é afirmado que um jogador do Internacional sofreu um choque violento ao ter o rosto atingido pelo cotovelo de um adversário. Ele reforçou que essa situação foi a responsável por desequilibrar a partida, uma vez que resultou na expulsão de um jogador do Inter, que, segundo ele, não deveria ter ocorrido. "Na nossa opinião, precisa de registro", concluiu Barcellos, evidenciando a gravidade que atribui ao acontecido.
Pênalti Anulado
Neste último fim de semana, mais uma situação polêmica surgiu: o Internacional reclamou de um pênalti não marcado em um lance envolvendo o jogador Alan Patrick, que ocorreu no final do primeiro tempo. Embora o VAR tenha analisado a jogada, a penalidade foi anulada. Barcellos comentou que a decisão do VAR reflete um clima bélico que já estava presente antes do início da partida, às margens do Guaíba.
O dirigente afirmou que a situação reforça a atuação do árbitro, que inicialmente havia marcado o pênalti. "São fatos que corroboram com a atuação do árbitro, de não marcar um pênalti que ele deu no campo. Aliás, a orientação do VAR era decisão de campo, vamos priorizar. O que ele fez? Não priorizou a decisão de campo", afirmou Barcellos. Ele ainda questionou a lógica da decisão, uma vez que o árbitro estava próximo ao lance e tomou a decisão de marcar a penalidade. Para ele, não apenas a anulação do pênalti foi problemática, mas também o fato de o árbitro ter decidido aplicar um cartão amarelo, que, segundo Barcellos, não deveria ser um objeto de revisão pelo VAR. "O objeto do VAR é vermelho", concluiu o presidente, deixando claro seu descontentamento com a condução do jogo pela arbitragem.
