Corinthians sofre primeira derrota sob comando de Fernando Diniz
Após uma sequência de sete jogos sem perder, o Corinthians enfrentou sua primeira derrota sob a gestão do técnico Fernando Diniz. O jogo, realizado fora de casa, resultou em um revés para o Timão, que foi superado pelo Mirassol por 2 a 1. Esta partida marcou a primeira ocasião em que a equipe de Diniz sofreu gols, além de ter sido marcada por uma atuação controversa da arbitragem.
Controvérsias da arbitragem
O árbitro Matheus Delgado Candançan foi alvo de diversas reclamações por parte do treinador do Corinthians após o apito final. As principais queixas de Diniz se referem a duas decisões tomadas pelo árbitro durante o primeiro tempo da partida: a primeira diz respeito à expulsão de Edson Carioca, do Mirassol, que foi revertida pelo VAR, e a segunda refere-se ao pênalti que foi marcado a favor do Mirassol, o que acabou resultando no primeiro gol da partida.
O técnico não hesitou em expressar sua insatisfação com a arbitragem. Ele afirmou: “A arbitragem hoje foi muito ruim, errou tudo, parecia que não tinha cartão no bolso. Retardos de jogo ele pouco acelerou. Nem vou discutir o lance da expulsão. O lance do pênalti foi seriamente discutível… E, no lance do segundo gol, houve falta clara no Garro. Como o VAR não chama?”, indagou Fernando Diniz.
Em continuação às suas críticas, Diniz mencionou: “Não sou muito de falar de arbitragem, mas hoje foi péssima. Foram condescendentes com atrasos e em dar amarelos para faltas do Mirassol. Eles seguraram, agarraram pela cintura… A arbitragem foi muito mal hoje”.
Análise da atuação da equipe
Além das críticas à arbitragem, Fernando Diniz também se dedicou a analisar a performance de sua equipe durante a partida realizada no domingo. O técnico destacou a falta de foco e concentração dos jogadores nos minutos iniciais, que permitiram ao Mirassol marcar os dois gols que garantiram a vitória ao time da casa.
Diniz enfatizou: “A minha queixa é a falta de concentração e ânimo com que os jogadores entraram no primeiro tempo – e eles sabem disso. Não dá para justificar os primeiros 30 minutos com a questão física. Se o time começasse bem e fosse caindo, até poderia justificar. Mas temos que entrar mais focados, determinados para ganhar o jogo. Foi aí que perdemos o jogo.”
Ele ainda acrescentou sobre a questão física da equipe: “A questão física cobra em determinado momento, a gente sabe, mas no segundo tempo, voltamos melhores. Se fosse físico apenas, teríamos voltado piores no segundo tempo. A questão anímica, a gente tem que dar tudo do começo até o final do jogo”, finalizou.
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