Textor negocia com Atlanta United para evitar novo transfer ban no Botafogo
Em meio ao risco iminente de um novo transfer ban, o Botafogo se encontra em uma situação delicada, e o empresário americano John Textor está atuando nos bastidores para evitar complicações maiores. Textor está atualmente em negociação com o Atlanta United, clube dos Estados Unidos, com o objetivo de estender o prazo para o pagamento da segunda parcela da dívida referente à contratação do meia Thiago Almada.
Situação financeira do Botafogo
De acordo com informações divulgadas pelo portal "ge", tanto o Atlanta United quanto a Major League Soccer (MLS), a liga de futebol dos Estados Unidos, estão cientes da turbulência financeira que o Botafogo enfrenta neste momento. Nos últimos dias, Textor conseguiu evitar que o Atlanta United acionasse a Fifa devido ao atraso no pagamento da segunda parcela da dívida. Há uma expectativa otimista de que essa situação não se concretize.
Detalhes da dívida com Atlanta United
O Botafogo ainda não efetuou o pagamento da segunda parcela da dívida que possui com o Atlanta United, que se originou da contratação de Thiago Almada. O prazo inicial para a quitação da segunda parcela estava estipulado para o dia 15 de março. No entanto, o clube não conseguiu honrar o compromisso acordado. Desde então, Textor manteve conversas com o Atlanta United e a MLS, explicando o cenário financeiro complicado pelo qual o Alvinegro está passando. Dessa forma, o empresário e proprietário da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) solicitou uma prorrogação do prazo de pagamento.
Histórico de transfer ban
Entre os meses de dezembro e fevereiro, o Botafogo enfrentou dificuldades em inscrever novos jogadores devido à imposição de um transfer ban. Essa restrição foi uma consequência da dívida existente com o Atlanta United pela contratação de Thiago Almada, ocorrida em 2024. No mês passado, as partes envolvidas chegaram a um acordo em relação ao pagamento, que inclui uma quantia de 10 milhões de dólares (equivalente a R$ 52,8 milhões) a ser paga à vista, além de quatro parcelas subsequentes de 5 milhões de dólares (aproximadamente R$ 105,6 milhões) cada.