ORLANDO ANTUNES


O TJD- Tribunal de Justiça Desportiva –  só se reunirá no dia 25 para julgar vários processos, dentre eles e o que mais interessa é o que trata da ação do Cacerense contra o CEOV- Clube Esportivo Operário Várzea-grandense pela escalação do volante Lê, sem condições de jogo.

No processo, o Cacerense pleiteia a perda de seis pontos do CEOV, que se confirmado, rebaixará o tricolor para a segunda divisão. Na arguição do Cacerense, o referido atleta esteve no banco do CEOV no dia 29/01 , quando da vitória tricolor por 3 x 2 sobre o Mixto. Porém, transferido do Sinop, Lê teria que cumprir a punição de uma partida e não o fez, infringindo o artigo 214.

CESAR GAUCHO

O empresário Cesar Gaúcho, atual presidente do CEOV, esteve na Federação, acertando algumas contas de gestões anteriores, mas também para rever o processo. Segundo ele, o erro é da Federação que deu condições ao atleta ao inseri-lo no BID. "Se o jogador estava suspenso, era obrigação da Federação avisar o clube, como acontece nas demais federações pelo Brasil afora", disse ele.

Alegando total falta de apoio por parte da cidade de Várzea Grande, Cesar avisou que à exemplo do que já fez, ao manter o CT do Brasil Central, vai também montar o escritório do clube em Cuiabá. "Não tendo nada mais o que fazer em Várzea Grande e vou tentar "arrumar" apoio em Cuiabá, onde o Operário terá residência e domicílio", alegou.

Fonte: Redação