AFI


E a Taça Guanabara é do Fluminense. Depois de um jogo bastante agitado no Nilton Santos, neste domingo (5 de março), com o placar em 3 a 3 no tempo normal, o Tricolor levou a melhor nos pênaltis e venceu o Flamengo na decisão. Enquanto Rafael Vaz e Réver desperdiçaram as cobranças, Lucas, Henrique, Marquinho e Marcos Júnior converteram e garantiram o caneco.

O Fluminense saiu na frente com o gol marcado por Wellington Silva. Após cobrança de falta de Diego na barreira, ele pegou a bola na intermediária de defesa e puxou o contra-ataque com muita velocidade. O atacante contou com escorregão de Pará e tocou na saída de Muralha para abrir o placar.

Quatro minutos depois, o empate do Flamengo. Mancuello cobrou falta na área. Guerrero tocou de cabeça e contou com saída errada de Júlio César. A bola sobrou para Rafael Vaz. Perto da trave, o zagueiro tocou com o pé-esquerdo para o gol. Henrique Dourado chegou a cortar, mas a bola sobrou para Arão, que só empurrou para o fundo das redes.

A virada rubro-negra veio com Éverton. Diego iniciou a jogada, tocou para Pará. O lateral cruzou para a área e encontrou Guerrero. O peruano cabeceou para o chão, mas Júlio César espalmou para o meio da área. No rebote, Everton só escorou.

O empate do Fluminense veio ainda no primeiro tempo. Após disputa de bola na área do Flamengo, Guerrerou tocou com o braço na bola e o árbitro assinalou pênalti. Na cobrança, Henrique Dourado converteu. Oito minutois depois, virada do Tricolor. Após outro contra-ataque, agora foi a vez de Lucas tocar na saída de Muralha.

O segundo tempo continuou agitado. Flamengo e Fluminense buscavam a todo momento o gol, até que com as entradas de Berrío e Felipe Vizeu, a equipe de Zé Ricardo passou a dominar a partida. E o empate veio apenas aos 39 da segunda etapa. Em cobrança de falta, Guerrero mandou sem chances para o goleiro Júlio César. Não deu mais tempo para gols e a disputa foi para os pênaltis.

Durante as penalidades, Diego e Guerrero converteram para o Fla, enquanto Lucas e Henrique, pelo outro lado, fizeram o mesmo. Até que Réver cobrou mal, fraco, e Júlio César defendeu. Marquinho, na sequência, converteu. Rafael Vaz, de forma bisonha, mandou longe da meta. A responsabilidade caiu no colo de Marcos Júnior, mas o atacante não titubeou e estufou as redes do goleiro Muralha.

Fonte: Redação