ÉRICA COSTA / Foto Walter Machado (Furtebolpress/20019)

Um dos mais conceituados e respeitados dirigentes do futebol, Márcio Pardal, diretor de futebol do Mixto,  concorda com o presidente do clube, Walter Fernandes, sobre a permanência da comissão técnica liderada pelo treinador Toninho Pesso.

_“O ambiente está muito tranquilo. As derrotas são resultados de jogos, um dos dois têm que ganhar. Às vezes dá empate”, resumiu Pardal.

O dirigente lamentou que em todos os campeonatos o MIxto sempre sobra de vítima. “Onde já se viu um time jogar três partidas consecutivas fora de casa?”, questionou. “O Araguaia, por seu lado, jogará mais um em casa, três seguidas nos seus domínios”, complementou.

Ele lembrou que o União pediu adiamento e conseguiu. Com o Mixto, que pediu menos que isso à Federação Mato-grossense de Futebl (FMF) não atenderam. “Você entende? Parece um complô contra a egente”, disse ele.

Pardal viu a derrota para o Sinop (0x3) como um placar normal considerando que “ninguém ganha lá. É pressão sobre o árbitro, sobre os jogadores. Eles armam um pandemônio. Ganhar lá nunca foi fácil”, avaliou.

Nesta próxima quarta-feira 8, o Mixto encara o Cacerense, numa briga direta pela posição e Pardal considera esse jogo como a prova dos nove. “O resultado vai mostrar se estamos na direção certa ou não. A partir daí , aí sim, vamos ver se o time está pronto para brigar pela classificação ou se será necessário trocar peças”, ponderou.    

Fonte: Redação